Pai de escrivã encontrada morta denuncia comportamento inadequado da polícia durante o funeral

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Pai de escrivã encontrada morta denuncia assédio da polícia durante funeral

Durante uma sessão da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Audair Divino Drumond, pai da escrivã Rafaela Drumond, encontrada morta no mês passado, fez uma denúncia de assédio por parte dos policiais durante o funeral de sua filha. Audair relatou que foi pressionado por policiais a fornecer informações sobre a morte de Rafaela, destacando que a causa do falecimento foi a pressão e o assédio moral dentro da corporação. Inicialmente, o caso havia sido registrado como suicídio. A denúncia traz à tona questões sérias sobre o tratamento dos profissionais da polícia e a necessidade de investigação adequada das circunstâncias da morte de Rafaela.

Fonte: UOL

Em um relato contundente, o pai da escrivã Rafaela Drumond revelou que foi alvo de assédio por parte do delegado e de um inspetor da delegacia de Carandaí enquanto se despedia da filha durante o funeral. Audair Drumond mencionou o delegado Itamar Cláudio Netto e o investigador Celso Trindade de Andrade, que foram posteriormente afastados da delegacia. Segundo o pai, Rafaela havia pedido para ser transferida para outra delegacia, mas seu pedido foi ignorado.

Audair também solicitou que as conversas no celular de Rafaela sejam investigadas. Ele descreveu a pressão e o assédio dos policiais, que continuaram durante toda a noite, enquanto ele tentava organizar os preparativos do funeral de sua filha. O relato expõe a gravidade da situação e destaca a necessidade de uma investigação rigorosa e imparcial sobre o caso.

Fonte: Hoje em Dia

Polícia Civil de Minas Gerais se pronuncia sobre o caso da escrivã encontrada morta

A Polícia Civil de Minas Gerais emitiu uma nota informando que só divulgará informações sobre o caso da escrivã Rafaela Drumond após a conclusão do inquérito. A Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegada-geral Letícia Gamboge, e o Corregedor-Geral, delegado-geral Reinaldo Felício Lima, estiveram presentes em uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais para discutir as circunstâncias que envolvem a morte da policial civil.

A PCMG esclareceu que as investigações estão em andamento na Corregedoria-Geral da Polícia Civil e que mais informações serão fornecidas após a conclusão do inquérito policial. A nota ressalta o compromisso da instituição em conduzir uma investigação rigorosa e imparcial, garantindo transparência nos resultados. A expectativa é de que as apurações possam esclarecer os fatos e trazer respostas às perguntas em torno desse trágico acontecimento.